terça-feira, 12 de maio de 2026

Conta-me quem foi

Um desafio lançado nas aulas de História aos alunos do 2.º Ciclo e 9.º ano.


Conta-me quem foi:

  • Reis e Rainhas de Portugal (1.ª, 2.ª e 3.ª Dinastia) - 5.º ano;
  • Reis e Rainhas de Portugal e Presidentes da República (4.ª Dinastia) - 6.º ano;
  • Personagens da História Mundial - 9.º ano.

A cada aluno, por sorteio, foi atribuída uma personagem, pensaram em formas de a dar a conhecer e apresentaram-na à turma.


Até ao dia 22 de maio,  todos os trabalhos podem ser conhecidos através da exposição patente na nossa biblioteca.



segunda-feira, 11 de maio de 2026

Arca da Poesia

 Da leitura ao palco com a "Arca da Poesia" apresentada pelos alunos do 2.º ano.

Um projeto iniciado no 2.º período para treinar a fluência leitora através da poesia, lendo e ouvindo ler a poesia de Violeta Figueiredo, Sidónio Muralha e Cecília Meireles, autores que fazem parte do programa de Educação Literária do 2.º ano.

Os alunos leram e ouviram ler. Aprenderam regras para falarem em público: cuidados a ter com o corpo e a voz e descobriram como é que os adereços podem ajudar numa apresentação.


Ouviram-se poemas pequeninos lidos por um só aluno e poemas maiores lidos por vários alunos. Um sorteio determinou os grupos e os poemas que cada um treinou, treinou e voltou a treinar para agora apresentar.

Um projeto desenvolvido de forma colaborativa: Professoras do 2.º ano e Biblioteca para dar voz à leitura e à poesia, dotando os alunos de competências para a leitura em voz alta.

A "Arca da Poesia" juntou a Família e os Educadores que se maravilharam com tão excelentes e maravilhosas leituras.


Um agradecimento especial:
  • Ao Pai do Matias, 2.º A, pela realização e oferta do magnífico cenário;
  • Às Famílias pela espantosa caracterização de todos os personagens.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Espaço de Troca

Atividade inserida no programa "Abril, livros e leituras mil" para assinalar e celebrar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de abril).

Foi organizada pela disciplina de Português e tinha como objetivos a troca direta de livros usados: infantis, juvenis e até para adultos.


Ao longo do dia, é de assinalar o entusiasmo pela descoberta de novos livros e o  sentido de responsabilidade dos alunos que apoiaram a iniciativa.


"Espaço de Troca", um incentivo à leitura e um exemplo prático de sustentabilidade, promovendo a circulação de livros e evitando o desperdício.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Abril, livros e leituras mil

 "Um Projeto no Museu" Padre José Carvalhaes apresentado pelos alunos do 9.º ano, Educação Visual e pelos alunos do 12.º B, Oficina de Artes.


Com o objetivo de assinalar o "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" que assinalamos no dia 23 de abril, os alunos criaram instalações com livros que funcionam como arranjo de mesa.


A sessão de inauguração foi apresentada pelos alunos representantes do 9.º ano e do 12.º B e contou com a colaboração dos alunos do 5.º ano, Educação Musical, que acompanhados pelo Prof. Daniel, cantaram o hino à leitura "É bom aqui viver".


Este trabalho é apresentada no espaço das exposições temporárias do Museu Padre José Carvalhaes, que se tornou pequeno para acolher tantas e excelentes obras de arte.


Abril, livros e leituras mil, convidam todos a maravilharem-se com as múltiplas abordagens que as Artes Visuais permitem.


No final da exposição as instalações serão oferecidas aos presentes na inauguração e, também, aos Prefeitos, Gabinetes e Serviços do Colégio.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Pedimos desculpa, a ditadura segue dentro de dias

Uma exposição, apresentada pelo 12.º B. História A, que desafia os alunos e visitantes a refletirem sobre a liberdade.

A exposição foi inaugurada no passado dia 24 de abril e integrou as comemorações do dia 25 de abril e fez parte da Festa das Famílias, convidando a comunidade a refletir sobre o significado de ser livre.

A exposição nasceu a partir de trabalhos individuais desenvolvidos pelos alunos, que foram desafiados a realizar entrevistas a pessoas anónimas sobre as suas vivências durante o período do Estado Novo. Os testemunhos recolhidos abordaram diferentes dimensões da época - do quotidiano à educação, passando pela sociedade e pela economia - com total liberdade na escolha do tema, de acordo com a experiência de cada entrevistado.

Após a recolha, as entrevistas foram transcritas e transformadas em peças de estilo jornalístico, num trabalho articulado com a disciplina de Português. O objetivo foi apresentar os conteúdos de forma clara e estruturada. Todos os materiais foram posteriormente reunidos num único documento concebido segundo a estética de uma publicação clandestina, evocando os meios utilizados para divulgar ideias contrárias ao regime.

Numa fase seguinte, os textos foram alvo de censura simbólica, sendo rasurados com "lápis azul", numa referência direta ao instrumento utilizado pela censura durante a ditadura. Este processo permitiu evidenciar, de forma concreta, as limitações impostas à liberdade de expressão no período do Estado Novo.

A exposição organiza-se em duas partes distintas: de um lado a censura e a restrição, visíveis nas rasuras impostas sem contestação, do outro, a liberdade, apresentada como uma possibilidade infinita, mas frequentemente desvalorizada no quotidiano. A dualidade pretende provocar uma reflexão sobre a fragilidade e a importância dos direitos conquistados.

 

A inauguração foi marcada por dois momentos musicais, interpretados pelo grupo CantINA, com as canções "Desfolhada" de Simone de Oliveira e "Grândola Vila Morena" de Zeca Afonso, símbolos incontornáveis da resistência e da liberdade em Portugal.

 
 
Uma exposição que reforça a importância do trabalho colaborativo entre as diferentes disciplinas e a biblioteca.