Da leitura ao palco com a "Arca da Poesia" apresentada pelos alunos do 2.º ano.
Um projeto iniciado no 2.º período para treinar a fluência leitora através da poesia, lendo e ouvindo ler a poesia de Violeta Figueiredo, Sidónio Muralha e Cecília Meireles, autores que fazem parte do programa de Educação Literária do 2.º ano.
Os alunos leram e ouviram ler. Aprenderam regras para falarem em público: cuidados a ter com o corpo e a voz e descobriram como é que os adereços podem ajudar numa apresentação.
Ouviram-se poemas pequeninos lidos por um só aluno e poemas maiores lidos por vários alunos. Um sorteio determinou os grupos e os poemas que cada um treinou, treinou e voltou a treinar para agora apresentar.
Um projeto desenvolvido de forma colaborativa: Professoras do 2.º ano e Biblioteca para dar voz à leitura e à poesia, dotando os alunos de competências para a leitura em voz alta.
A "Arca da Poesia" juntou aFamília e os Educadores que se maravilharam com tão excelentes e maravilhosas leituras.
Um agradecimento especial:
Ao Pai do Matias, 2.º A, pela realização e oferta do magnífico cenário;
Às Famílias pela espantosa caracterização de todos os personagens.
"Um Projeto no Museu" Padre José Carvalhaes apresentado pelos alunos do 9.º ano, Educação Visual e pelos alunos do 12.º B, Oficina de Artes.
Com o objetivo de assinalar o "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" que assinalamos no dia 23 de abril, os alunos criaram instalações com livros que funcionam como arranjo de mesa.
A sessão de inauguração foi apresentada pelos alunos representantes do 9.º ano e do 12.º B e contou com a colaboração dos alunos do 5.º ano, Educação Musical, que acompanhados pelo Prof. Daniel, cantaram o hino à leitura "É bom aqui viver".
Este trabalho é apresentada no espaço das exposições temporárias do Museu Padre José Carvalhaes, que se tornou pequeno para acolher tantas e excelentes obras de arte.
Abril, livros e leituras mil, convidam todos a maravilharem-se com as múltiplas abordagens que as Artes Visuais permitem.
No final da exposição as instalações serão oferecidas aos presentes na inauguração e, também, aos Prefeitos, Gabinetes e Serviços do Colégio.
Uma exposição, apresentada pelo 12.º B. História A, que desafia os alunos e visitantes a refletirem sobre a liberdade.
A exposição foi inaugurada no passado dia 24 de abril e integrou as comemorações do dia 25 de abril e fez parte da Festa das Famílias, convidando a comunidade a refletir sobre o significado de ser livre.
A exposição nasceu a partir de trabalhos individuais desenvolvidos pelos alunos, que foram desafiados a realizar entrevistas a pessoas anónimas sobre as suas vivências durante o período do Estado Novo. Os testemunhos recolhidos abordaram diferentes dimensões da época - do quotidiano à educação, passando pela sociedade e pela economia - com total liberdade na escolha do tema, de acordo com a experiência de cada entrevistado.
Após a recolha, as entrevistas foram transcritas e transformadas em peças de estilo jornalístico, num trabalho articulado com a disciplina de Português. O objetivo foi apresentar os conteúdos de forma clara e estruturada. Todos os materiais foram posteriormente reunidos num único documento concebido segundo a estética de uma publicação clandestina, evocando os meios utilizados para divulgar ideias contrárias ao regime.
Numa fase seguinte, os textos foram alvo de censura simbólica, sendo rasurados com "lápis azul", numa referência direta ao instrumento utilizado pela censura durante a ditadura. Este processo permitiu evidenciar, de forma concreta, as limitações impostas à liberdade de expressão no período do Estado Novo.
A exposição organiza-se em duas partes distintas: de um lado a censura e a restrição, visíveis nas rasuras impostas sem contestação, do outro, a liberdade, apresentada como uma possibilidade infinita, mas frequentemente desvalorizada no quotidiano. A dualidade pretende provocar uma reflexão sobre a fragilidade e a importância dos direitos conquistados.
A inauguração foi marcada por dois momentos musicais, interpretados pelo grupo CantINA, com as canções "Desfolhada" de Simone de Oliveira e "Grândola Vila Morena" de Zeca Afonso, símbolos incontornáveis da resistência e da liberdade em Portugal.
Uma exposição que reforça a importância do trabalho colaborativo entre as diferentes disciplinas e a biblioteca.
A "Semana da Leitura" convidou a Família do 6.º ano para partilharem o(s) livro(s) que deixaram marcas nas suas vidas.
Experiências diferentes e livros diferentes que marcaram momentos diversos da vida de cada um dos nossos convidados. Livros que tiveram um impacto emocional e intelectual e que ainda hoje são lembrados.
"O(s) livro(s) da nossa vida foram todos aqueles que nos fizeram compreender que os livros são a melhor forma de apreender a viver."
Decorreu, hoje, com representantes de todas as escolas do concelho, a Fase Final do Concurso Municipal de Leitura na Biblioteca Municipal de Santo Tirso.
O INA esteve representado com os alunos:
Carolina Maia e Margarida Paiva - 1.º Ciclo
André Cardoso e Maria Clara Vaz - 2.º Ciclo
Luana Pimenta e Francisco Quintela - 3.º Ciclo
Todos os alunos participaram numa prova escrita e, nesta foram foram selecionados três alunos por Ciclo para a prova oral.
No 1.º Ciclo foi atribuída Menção Honrosa à Carolina Maia.
O 1.º lugar do 2.º Ciclo foi atribuídoà Maria Clara Vaz.
O 1.º lugar do 3.º Ciclo foi atribuídoà Luana Pimenta.
Parabéns à Carolina, à Maria Clara e à Luana!
Parabéns a todos os alunos, que, embora não tenham sido selecionados, representaram muito bem o INA.
"Ler na minha profissão", uma iniciativa da "Semana da Leitura" na qual a Família do 7.º ano participou.
Ao longo da sessão cada elemento da Família procurou responder às seguintes questões:
Quem sou eu?
Que leituras faço na minha profissão?
Como é que a leitura me torna um profissional melhor?
Testemunhos ricos e diversificados, mas com um elemento comum a todos: " a leitura é essencial em qualquer área profissional para a atualização de conhecimentos, para o desenvolvimento do pensamento crítico e estimula a criatividade e a inovação."